sábado, 4 de abril de 2009

Noticias:Crise financeira mundial não afeta cooperativas no Brasil

Crise financeira mundial não afeta cooperativas no Brasil

Agência Brasil

As cooperativas brasileiras vão muito bem, distantes das problemas que afetam a economia desde que a crise financeira internacional tornou-se mais aguda. A afirmação é do presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas. O setor "não aplica em derivativos (títulos podres), destacou.

Mário Lopes disse também que, como as cooperativas não visam lucro e o cliente é o próprio cooperado, com reduzida taxa de risco, podem oferecer taxas de juros bem menores do que a média praticada no mercado.

Ele ressaltou que o sistema cooperativo ainda é pequeno, com apenas 2% das operações de crédito do sistema financeiro nacional, e que as cooperativas de crédito "não sofreram nenhum impacto negativo com a crise". Isso porque se trata de empreendimentos locais, com sobras de poupança aplicadas na região de atuação, entre os próprios associados, explicou. Não houve, portanto, reflexo de perda de depósito, aplicações ou diminuição de movimentação das cooperativas.

Lopes lamenta, no entanto, o fato de o setor não dispor de mais recursos para ampliar suas ações acima do crescimento médio alcançado nos últimos anos, em termos de faturamento: 11,61% em 2006, 6,15% em 2007 e 15,87% em 2008. Ele considera "o momento atual adequado para as cooperativas ampliarem seu leque de negócios", mas ressalta a existência de uma barreira, que "são os próprios limites operacionais do setor".

O presidente da OCB observou que o setor como um todo trabalha para ampliar os limites de investimento, o que depende da própria capitalização das cooperativas, que só podem atuar no limite proporcional a seu capital social. O cooperativismo obedece, portanto, a um ritmo natural de crescimento, com "resultados até surpreendentes", segundo Lopes. Ele enumera a existência hoje de 7.682 cooperativas brasileiras em 13 ramos de atividade, com 7,887 milhões de associados e 4.182 postos de atendimento país afora.

Além da regulamentação do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo pelo Congresso, na semana passada, o presidente da OCB destaca outra importante medida para o setor, aprovada dois dias depois pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que permite aos dois bancos cooperativos participar dos financiamentos no âmbito do pacote habitacional do governo, que prevê 1 milhão de novas moradias.

"Foi uma medida extremamente positiva", afirmou Márcio Lopes, ao lembrar que as cooperativas têm condição de construir casas com custos mais reduzidos, porque os próprios usuários acompanham a gestão dos negócios. "Temos bons exemplos de cooperativismo habitacional, em diferentes regiões", disse ele. De acordo com Lopes, um dos pólos mais ativos é Águas Claras, no Distrito Federal, com vários prédios construídos por cooperativas.

terça-feira, 24 de março de 2009

Uma questão delicada:Como gerenciar o poder político da internet?

A internet tem mostrado uma ferramenta importante,mas também traiçoeira.
Quem tem ciência de tecnologia pode alguma coisa,mas é reconhecidamente ilusório
pensar que produzir tecnologia leva ao poder criativo.É ilusório,é poder de criar demônios e sombras.
Quem sabe isso reconhece a própria ignorância.É reconhecer o velho mito de Platão onde o conto toma vida e cria formas ilusórias.
Tem-se noticias de batalhas na internet.Alguns encontraram essas considerações anteriores,porém alienados da questão principal.Como lidar com poder político que há na internet?Uma resposta importante poderia ser uma internet alternativa,uma nova rede em forma de novo protocolo voluntário.
Na realidade,a questão principal é discutir um poder sobre o controle da informação involuntária.Mudar isso é fundamental para o respeito a auto-determinação de tecnologia dos povos.
Um novo protocolo poderia ser a criação de um bloqueio regional através de um novo processamento em nivel de bits,atualmente 0 e 1,que poderia ser 0, 1 e 2 (numeral duodecimal).0 sendo um elemento negativo,1 sendo positivo e 2 um fator orgânico e quântico.
Isso cria possibilidades de liberdades para autodeterminação de tecnologia conforme desenvolvimento social de cada politica tecnológica.Cada país com liberdade de criar suas próprias prioridades na área.
Política:poder representativo e poder real

Pensando nas questões sobre o que tem acontecido na política nacional me faz ignorar o conceito tradicionalista e restrita dos poderes que permanece simplismente pela força da lei.Pode-se utilizar linhas conceituais em algumas frases bastante lúcidas da filosofia oriental,reduto dos sábios originais:
Política não está contido na força da lei,pois ele é minimo,não está em si mesmo,está além dele.
Parafraseando pensamentos orientais,"poder é vão,infla o ego,sábio é aquele que vai na origem do poder:a representatividade do poder,não a representatividade do poderoso.
O poder é visar realização substâncial e não palavras em formas de lei.Aquele que reconhece a função em defesa dos princípios.
O ladrão é subterfúgio do ego,alimenta-se de dignidade emprestada desconhecida,negada e socialmente involuntária.
A nobreza humana alimenta-se de si mesmo,apesar disso é longe de ser ego,é o homem político,ou seja,o homem social.É manifestação do reconhecimento contextual que se insere no seu âmbito comunitário e Pensamento Universal conforme sua capacidade de realizar a expressão do poder moralmente popular,a expressão das nações liberta de poder estatal opressor.
A capacidade de ser a voz da comunidade é eminentemente mais importante que um político diplomado pela força da lei.
Poder é realizar,e Ação é agir sobre si mesmo e aqueles que nos vêem como extensão do pensamento representativo é voz consultiva da expressão moral popular.Esse conceito da livre expressão e da voz moral perpetua-se reconhecidamente em tempos de opressão e tempos de paz.
Moral é força da palavra sem visar postura institucionalização da palavra escondendo atrás da força da lei.Reconhecer isso é essêncial para superar a força meramente institucional e vazia.