terça-feira, 24 de março de 2009

Uma questão delicada:Como gerenciar o poder político da internet?

A internet tem mostrado uma ferramenta importante,mas também traiçoeira.
Quem tem ciência de tecnologia pode alguma coisa,mas é reconhecidamente ilusório
pensar que produzir tecnologia leva ao poder criativo.É ilusório,é poder de criar demônios e sombras.
Quem sabe isso reconhece a própria ignorância.É reconhecer o velho mito de Platão onde o conto toma vida e cria formas ilusórias.
Tem-se noticias de batalhas na internet.Alguns encontraram essas considerações anteriores,porém alienados da questão principal.Como lidar com poder político que há na internet?Uma resposta importante poderia ser uma internet alternativa,uma nova rede em forma de novo protocolo voluntário.
Na realidade,a questão principal é discutir um poder sobre o controle da informação involuntária.Mudar isso é fundamental para o respeito a auto-determinação de tecnologia dos povos.
Um novo protocolo poderia ser a criação de um bloqueio regional através de um novo processamento em nivel de bits,atualmente 0 e 1,que poderia ser 0, 1 e 2 (numeral duodecimal).0 sendo um elemento negativo,1 sendo positivo e 2 um fator orgânico e quântico.
Isso cria possibilidades de liberdades para autodeterminação de tecnologia conforme desenvolvimento social de cada politica tecnológica.Cada país com liberdade de criar suas próprias prioridades na área.
Política:poder representativo e poder real

Pensando nas questões sobre o que tem acontecido na política nacional me faz ignorar o conceito tradicionalista e restrita dos poderes que permanece simplismente pela força da lei.Pode-se utilizar linhas conceituais em algumas frases bastante lúcidas da filosofia oriental,reduto dos sábios originais:
Política não está contido na força da lei,pois ele é minimo,não está em si mesmo,está além dele.
Parafraseando pensamentos orientais,"poder é vão,infla o ego,sábio é aquele que vai na origem do poder:a representatividade do poder,não a representatividade do poderoso.
O poder é visar realização substâncial e não palavras em formas de lei.Aquele que reconhece a função em defesa dos princípios.
O ladrão é subterfúgio do ego,alimenta-se de dignidade emprestada desconhecida,negada e socialmente involuntária.
A nobreza humana alimenta-se de si mesmo,apesar disso é longe de ser ego,é o homem político,ou seja,o homem social.É manifestação do reconhecimento contextual que se insere no seu âmbito comunitário e Pensamento Universal conforme sua capacidade de realizar a expressão do poder moralmente popular,a expressão das nações liberta de poder estatal opressor.
A capacidade de ser a voz da comunidade é eminentemente mais importante que um político diplomado pela força da lei.
Poder é realizar,e Ação é agir sobre si mesmo e aqueles que nos vêem como extensão do pensamento representativo é voz consultiva da expressão moral popular.Esse conceito da livre expressão e da voz moral perpetua-se reconhecidamente em tempos de opressão e tempos de paz.
Moral é força da palavra sem visar postura institucionalização da palavra escondendo atrás da força da lei.Reconhecer isso é essêncial para superar a força meramente institucional e vazia.