terça-feira, 24 de março de 2009

Política:poder representativo e poder real

Pensando nas questões sobre o que tem acontecido na política nacional me faz ignorar o conceito tradicionalista e restrita dos poderes que permanece simplismente pela força da lei.Pode-se utilizar linhas conceituais em algumas frases bastante lúcidas da filosofia oriental,reduto dos sábios originais:
Política não está contido na força da lei,pois ele é minimo,não está em si mesmo,está além dele.
Parafraseando pensamentos orientais,"poder é vão,infla o ego,sábio é aquele que vai na origem do poder:a representatividade do poder,não a representatividade do poderoso.
O poder é visar realização substâncial e não palavras em formas de lei.Aquele que reconhece a função em defesa dos princípios.
O ladrão é subterfúgio do ego,alimenta-se de dignidade emprestada desconhecida,negada e socialmente involuntária.
A nobreza humana alimenta-se de si mesmo,apesar disso é longe de ser ego,é o homem político,ou seja,o homem social.É manifestação do reconhecimento contextual que se insere no seu âmbito comunitário e Pensamento Universal conforme sua capacidade de realizar a expressão do poder moralmente popular,a expressão das nações liberta de poder estatal opressor.
A capacidade de ser a voz da comunidade é eminentemente mais importante que um político diplomado pela força da lei.
Poder é realizar,e Ação é agir sobre si mesmo e aqueles que nos vêem como extensão do pensamento representativo é voz consultiva da expressão moral popular.Esse conceito da livre expressão e da voz moral perpetua-se reconhecidamente em tempos de opressão e tempos de paz.
Moral é força da palavra sem visar postura institucionalização da palavra escondendo atrás da força da lei.Reconhecer isso é essêncial para superar a força meramente institucional e vazia.

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